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A Sagrada Tradição Xamanismo Ancestral divide as plantas em 3 categorias: Plantas Medicinais, Plantas de Poder e Plantas Mestras Professoras.

As Plantas Medicinais são mais utilizadas para fins analgésicos em geral. As Plantas de Poder fornecem uma conexão com dimensões energéticas/espirituais, como o Mundo de Cima, Mundo do Meio e Mundo de Baixo, e as Plantas Mestras Professoras tem o objetivo de não apenas nos remeter ao Mundo dos Espíritos, bem como nos ensinar, guiar, curar e orientar, nos ajudando a compreender o Universo e nosso Micro-Universo, sob novas perspectivas e pontos de vistas mais sutis, assim como também, podem nos remeter ao passado, para resgatar alguma habilidade perdida. Também atuam como poderosas ferramentas catalizadoras de cura, tanto fisica como energética, emocional, mental e espiritual.

No mundo existem centenas de milhares de espécies vegetais, se uma planta pode curar 10 doenças, imagine o que a Natureza inteira é capaz de fazer! Dessa imensidão de plantas o homem não conhece 20 porcento. Estudando suas utilidades curativas e de auto-conhecimento, nossos ancestrais encontraram grande magia e energia nas plantas. Desde tempos imemoriais o homem já se concectava com sua Divindade através de Bebidas Sagradas, desde o "Soma" da Índia à "Ayahuaska" Sulamericana, em todos os continentes do planeta acharemos evidências e práticas espirituais xamânicas que ainda se utilizam dos meios vegetais para expandir a consciência e se concectar com o Mundo dos Espíritos e assim, obter cura, sabedoria e auto-conhecimento.

A ALDEIA DE SHIVA - Centro espiritualista Universal Xamânico Ancestral, estuda uma grande variedade de Medicinas Xamânicas, cada uma com uma finalidade específica e possui sua própria Farmácia Nativa, mantendo medicinas de algumas partes do mundo. Antes de utilizarmos as plantas e remédios xamânicos como Medicinas Oficiais na ALDEIA DE SHIVA, todo um preparo é realizado, peregrinações para lugares nativos, vivências com xamãs, pajés e curadores de várias partes do mundo, em busca de cultura e conhecimento de uso das medicinas, práticas isoladas para o real contato com o espírito elemental da planta, e depois de muita prática, inicia-se o estudo científico e energético da medicina da planta, para que possamos tê-la como ferramenta auxiliar nos tratamentos, sessões e rituais xamânicos, na tentativa de ajudar, auxiliar e apoiar na correção da saúde humana.

As plantas psicoativas têm sido utilizadas há milhares de anos pela humanidade, em diferentes culturas e épocas, sendo objeto de culto e reverência ou de demonização. A paixão que despertam revela-se, em primeiro lugar, pela própria maneira de nomeá-las. Alguns pesquisadores têm criticado o termo científico alucinógeno, por sugerir uma percepção falsa e ilusória da realidade. Uma opção adotada tem sido entheógeno, originário do grego antigo, com o significado de “Deus dentro” ou “o que leva o divino para dentro de si”. Outra, mais ligada à contracultura, é psicodélico, “aquilo que revela o espírito ou alma”. Alguns preferem utilizar termos nativos, como é o caso de plantas professoras, expressão característica do vegetalismo peruano, ou medicinas, expressão característica do xamanismo amazônico, ou adotar denominações que sublinhem as dimensões neurofarmacológicas comuns às várias substâncias, como plantas psicointegradoras, aquelas que “integram os hemisférios direito e esquerdo do cérebro”.

As diversas populações que fazem uso dessas substâncias consideram, em geral, que elas são habitadas por um espírito, uma “mãe”, um “espírito” – com o qual podemos nos comunicar e aprender. Elas seriam, portanto, um espírito-planta. Um traço comum aos variados contextos é a crença de que, por meio dessas substâncias, é possível estabelecer contato com o Mundo Espiritual, com os Seres Divinos, e transcender as fronteiras da morte.

Historicamente, o uso de tais psicoativos tem sido associado ao reforço da identidade étnica, à promoção da coesão social, à transmissão de valores culturais, à produção artística, à morte simbólica do ego, ao autoconhecimento, à resolução de conflitos sociais, à guerra, à feitiçaria, à caça, ao poder político e cósmico, à metamorfose em animais e à divinação, entre outros. Uma das dimensões centrais das plantas de poder é a sua conexão estreita com os sistemas de cura, seja através da figura do xamã, seja através das religiões institucionalizadas. A cura propiciaria uma conexão holística entre processos mentais, emocionais e espirituais – mesmo porque, em alguns dos contextos onde estas substâncias são consumidas, tais esferas são consideradas inseparáveis.

A ciência norte-americana dos anos 50 e 60 desenvolveu diversas pesquisas e experimentações sobre as virtudes médicas e terapêuticas dos psicoativos, sobretudo antes da proibição legal do LSD nos EUA, em 1966. Entretanto, o tema permanece ainda pouco estudado, além de fortemente estigmatizado. Os assim chamados estados alterados de consciência não são provocados apenas por substâncias psicoativas. Eles também podem ser produzidos por estímulos auditivos, jejuns nutricionais, isolamento social e deprivação sensorial, meditação, estados de sono, abstinência sexual, comportamento motor intensivo, opiáceos endógenos e estados mentais resultantes de alterações na neurofisiologia ou química corporal.

Relacionamos aqui as medicinas principais do "Universo do Xamã", porém, as únicas que são homologadas energeticamente e utilizadas pela ALDEIA DE SHIVA em tratamentos espirituais, rituais e sessões xamânicas são: Ayahuaska, Jurema e Tabaco. São medicinas muito significativas e importantes para a cura de diversas enfermidades e que podem auxiliar no tratamento de diversas doenças que não possuem ainda correção através da Medicina Tradicional e Ciência Moderna. Quando utilizadas da maneira ancestral, dentro de um lugar especialmente preparado para finalidades espirituais xamânicas, com o suporte do Mundo dos Espíritos e ministradas por xamãs sérios e experientes, nos proporciona experiências transcendentais, agradáveis e benéficas, que promovem uma verdadeira reestruturação na saúde holística do Ser Humano.



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